sexta-feira, 29 de maio de 2015

TIC'S

O que são TICs?
A abreviação de TIC significa “Tecnologia da Informação e Comunicação”. A Tic é um conjunto de recursos tecnológicos usados para reunir, distribuir e compartilhar informações, que podem ser usados em empresas, na educação, em pesquisas científicas, na área bancaria e financeira, em segurança, transporte, engenharia, comércios, etc. São exemplos de TICs: Rádio, TV, telefonia, satélites, equipamentos de informática ( hardware e software) e a própria internet com seus web sites.

Para que servem as TICs?
O seu principal objetivo é facilitar a pesquisa e a troca de informações. Que a comunicação e a informação chegue mais rápido e ao maior número de pessoas possível. Como o rádio e a tv que são os veículos de informação mais acessível a massa. Para uma comunicação pessoal mais rápida usamos a rede telefônica (fixo e celular), fax e e-mail. As TIC também contribuem para agilizar o relacionamento dos cidadãos com as empresas, com a existência de canais direcionados para sugestões e reclamações on-line, pagamentos e preenchimento de formulários / declarações. Já na educação, permitem uma compreensão profunda do mundo em que vivemos, enriquecendo o conhecimento, proporcionando novos objetivos para a educação de uma sociedade que está constantemente cercada de informações e da necessidade de exercer uma cidadania participativa e critica. Está presente no controle de tráfego aéreo, nos metros, na previsão do tempo que por meio dos satélites podemos detectar catástrofes, como tornados, evacuando pessoas dessas áreas salvando vidas.São muito úteis no âmbito de pesquisa, trabalhos, lazer e comunicação (Internet).Com a transmissão de informação sendo realizada em poucos segundos e enviada para vários locais, em um único meio eletrônico de comunicação que pode suportar todo o tipo de informação possível, seja em forma de texto, vídeo, áudio ou imagem,as TIC são de extrema utilidade, facilidade e importância em nossas vidas que às vezes não nos damos conta do papel que elas desempenham no desenvolvimento do mundo.

Inclusão digital na educação

Chamamos de inclusão digital a tentativa de garantir a todas as pessoas o acesso às tecnologias de informação e comunicação (TICs). A ideia é que todas as pessoas, principalmente as de baixa renda, possam ter acesso a informações, fazer pesquisas, mandar e-mails e facilitar sua própria vida fazendo uso da tecnologia.
Na educação, a internet traz um potencial inovador, pois permite a troca de ideias com alunos de outras cidades e países, intercâmbio entre os educadores, nacional e internacionalmente, pesquisa online e o compartilhamento de experiências em comum. Este novo ambiente de aprendizagem, que não fica apenas na escola, mas também nos lares, traz novos desafios para os educadores. Na escola pode-se promover a inclusão digital disponibilizando equipamento de informática, possibilitando o uso de recursos da educação digital e melhores condições de participação dos professores nos processos de formação e planejamento das aulas.
Os recursos previstos visam complementar os laboratórios já existentes com computador interativo, conteúdos específicos e tecnologia assistiva, bem como a implantação de novos laboratórios. O Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo), incentiva e dá o suporte necessário para a utilização pedagógica da informática nas escolas públicas da educação básica no Brasil.
A inclusão digital resulta em inclusão social, assim como a exclusão digital aprofunda a exclusão social. Nesse sentido, instituições públicas de educação e ONGs realizam cursos de informática gratuitos para a população de baixa renda, sobretudo para os jovens prestes a entrar no mercado de trabalho.
Mas o termo inclusão digital vai mais além. Está relacionado à questão da acessibilidade. Acessibilidade é a busca para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiências, possibilitando as condições de acesso a todos os lugares, seja físico ou virtual.
Nesse sentido, os programas de inclusão digital buscam aprimorar e ampliar o acesso às tecnologias aos deficientes. Cada vez mais são desenvolvidos meios que facilitem a acessibilidade dos deficientes em contato com o computador e desenvolvidos softwares para o funcionamento desses acessórios. Em alguns lugares como em Universidades, existem salas que possibilitam o acesso a deficientes, por exemplo: um deficiente visual pode ouvir e/ou imprimir textos em Braille através de software específico.

 Alfabetização digital

Alfabetização digital é hoje, no contexto das chamadas Sociedades da Informação, um dos pontos mais enfatizados. No Brasil, o Programa SocInfo dá prioridade à informatização da economia investindo maciçamente na universalização do acesso às tecnologias da informação e comunicação (TIC) e na preparação dos indivíduos para fazerem uso delas, questões consideradas necessárias à preparação do ambiente onde o setor econômico poderá desenvolver-se. Essa expressão começa a ter seu significado ampliado. A aprendizagem de ferramentas de comunicação digital e a existência de redes para acessar, manipular, criar e avaliar informação é altamente necessária neste contexto.
É preciso aumentar drasticamente o nível de alfabetização digital no país, condição necessária para que aumente o grau de penetração das novas tecnologias na sociedade brasileira, de forma que esta sociedade esteja mais bem preparada para as mudanças em curso. Inclusão é um conceito mais abrangente, significa que aquele que está incluído é capaz de participar, questionar, produzir, decidir, transformar, é parte integrante da dinâmica social, em todas as suas instâncias.
A alfabetização digital está relacionada à aquisição de habilidades básicas para o uso de computadores e da Internet, habilidades que aumentem as oportunidades no mercado de trabalho. Ou seja, ser alfabetizado digital é ser usuário de serviços oferecidos pelas novas tecnologias. No entanto, essas tecnologias potencializam essas capacidades e abrem espaço para o surgimento de outras, independentemente de termos ou não um curso especializado. Portanto, é possível trabalhar com a noção de fluência em TIC em todas as esferas sociais, relacionando com o conceito de cidadania e enfatizando o papel da Educação nesse processo, educação que acontece em todos os espaços de aprendizagem, formais ou não, e não apenas em cursos especializados.

1º ANO – Ensino Fundamental
Disciplina: Português

Idade: 06 anos

Software/Recurso: Jogos para aprender o alfabeto.



Objetivos:

·                    Desenvolver de maneira bem divertida a escrita, a leitura, a criatividade e a habilidade motora das crianças.
·                    Ajudar na memorização das letras do alfabeto.

Produto Final:

·                    Jogo educativo com vários recursos didáticos para desenhar e formar palavras.

3º ANO – Ensino Fundamental
Disciplina: Geografia
Idade: 08 anos
Software/Recurso: Jogos para aprender nomes e localização dos estados brasileiros, com vários recursos didáticos para desenvolver o conhecimento geográfico.

Objetivos:
·                    Desenvolver de maneira dinâmica a localização de cada região do Brasil.
·                    Ajudar na aprendizagem dos estados e as regiões as que pertencem.
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Produto Final:
Produzir no Word a resposta para três perguntas:
·                    Quais são as cinco regiões do Brasil?
·                    São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais estão localizados em qual região do Brasil?
·                    Qual o nome dos três estados que faz parte a região Sul do Brasil?




Aula para Eja
Disciplina: Português
Idade: Maiores de 18 anos.
Software/Recurso: Internet Explorer / Word.

Objetivos:
·                    Desenvolver de maneira bem divertida a escrita, a leitura, a criatividade e a habilidade motora.
·                    Ajudar na habilidade motora e no aprimoramento de conhecimentos.
·                    Aprendizagem de pesquisas online, copiar e colar em outro programa (Word).

Produto Final:
Produzir um texto e formatá-lo conforme a orientação do professor, imprimir e entregar.

Bibliografia:


Revista Nova Escola Edição AGOSTO/2013
Revista Nova Escola Edição JULHO/2013

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

FILOSOFIA - O MUNDO COM DIFERENTES OLHARES

O MUNDO COM DIFERENTES OLHARES

Cada pessoa olha o mundo de uma forma diferente, e esse olhar sempre vai depender do momento, da situação e do ambiente em que este individuo está vivendo. No decorrer da vida, o olhar sobre as coisas podem mudar, ela pode ter visões diferentes em cada fase da vida, mais diante disso, chega certa fase em que todos nós nos perguntamos como pode gostaria disso? Como fazer aquilo? Mas essas perguntas são vagas pois as respostas já foram dadas no decorrer da vida e chegamos sempre na mesma conclusão, se gostamos de algo em um determinado momento, é porque foi uma fase da vida.
Em cada fase da vida temos um sonho, uma forma de sonhar, com lúdico e também com o existencial, e conforme as mudanças de fases mudaram também nosso pensamento, e ao mudarmos e nos transformarmos cabe a nós, decretar o sonho que permanece e o que move com nossas mudanças. Com as mudanças de algumas ideias e sonhos de vida começamos a deixar o lúdico um pouco de lado e vamos nos conformando com a realidade. A morte de alguns sonhos também pode surgir para que possamos agradar alguém, por quem nunca deixou de sonhar com algo, por saber que poderia magoar quem se ama com a realidade daquele sonho? Todos nós já passamos por isso. E aí que descobrimos que para conseguir viver em paz, é necessário viver em acordo com a opinião de todos e termos um senso comum com a família e sociedade, ou será que para viver em paz, é melhor ter bom senso e viver de acordo com a sua própria opinião?
Acreditamos que para viver de acordo com as mudanças da vida temos que viver sempre no senso comum, não esquecendo que o senso comum de tradição como herança que se passa de geração em geração que continua sendo herdado pelos seus filhos como um todo. Que dá a noção do que pode e não pode e o que traz a existências do que é o perigo.
Assim como se recebe uma herança de um ente, se recebe também heranças como lendas, fatos, mitos, experiências que são passadas por pessoas que já viveram e deixaram suas histórias para seus entes que se denominam a seguir como se fossem uma genética que não se pode para.

ANTROPOLOGIA, EPISTEMOLOGIA E AXIOLOGIA
A realidade educacional pedagógica está em constante mudanças, todos os anos surgindo novos conceitos e técnicas pedagógicas, mas por quatro constantes fatores determinantes: a época, o lugar, contexto sócio econômico político e cultura do ambiente e do individuo.
São influenciados pelos objetivos e métodos de ações pedagógicas no contexto escolar.
Muitas mudanças, nós podemos verificar e estudar através de fatos históricos, sempre buscando as raízes da Antropologia, Epistemologia e Axiologia da educação, conhecendo profundamente suas origens e fatores determinantes.
Assim como novas vertentes de pensamentos e valores morais e éticos emergem a cada momento com temáticas polêmicas, diferentes de assuntos que confrontam e chocam nossos valores, pressupostos e formas de ver e enxergar o mundo. Essas temáticas nos promovem um pensar crítico e reflexivo exercitando nosso ato de pensamento filosófico.
É nesse ponto que entra o papel do professor transformador e ao mais o profissional tecnicista, que só segue a cartilha e não dá vazão a criatividade, promovendo temáticas construtivistas de reflexão com seus alunos, para que possam trabalhar de forma concreta sem deixar que morra a existencia do lúdico criativo que todos nós temos.
Através das ciências auxiliares como a Filosofia, Antropologia, Epistemologia, Axiologia e Psicologia o professor transformador consegue planejar suas praticas pedagógica visando garantir a eficácia dessa ação possibilitando uma educação reflexiva sobre os temas abordados e discutidos.

ANTROPOLOGIA
Antropologia é uma ciência que se dedica ao estudo aprofundado do ser humano. É um termo de origem grega, formado por “anthropos” (homem, ser humano) e “logos” (conhecimento).
A reflexão sobre as sociedades, o homem e o seu comportamento social é conhecida desde a Antiguidade Clássica através do pensamento de grandes filósofos, destacando-se o grego Heródoto que é considerado o pai da História e da Antropologia.
No entanto, foi somente com o Movimento Iluminista no século XVIII que a Antropologia se desenvolveu como ciência social, através do aprimoramento de métodos e classificações para a raça humana. Neste período, o relato de viajantes, missionários e comerciantes sobre os hábitos dos nativos das novas terras descobertas e os debates sobre a condição humana, foram muito importantes para o desenvolvimento dos estudos antropológicos.
Estudar o ser humano e a diversidade cultural, envolve a integração de diversas disciplinas que procuram refletir sobre as dimensões biológicas, sociais e culturais, sendo as principais áreas:
Antropologia Física ou Biológica – estuda os aspectos genéticos e biológicos do homem.
Antropologia Social: analisa o comportamento do homem em sociedade, a organização social e política, as relações sociais e instituições sociais.
Antropologia Cultural – investiga as culturas no tempo e espaço, envolvendo os costumes, mitos, valores, crenças, rituais, religião, língua.
A Antropologia filosófica é o “ser humano por ele mesmo”, sobre como o s humano se define e se vê. Destacaremos três definições dentre várias dentro da Antropologia: Essencialista (ou Metafísica), Naturalista (ou Científica) e Histórico-Social (nas vertentes existencialista e dialética).
A teoria Essencialista busca a igualdade na diversidade dos homens, mesmo que cada ser humano seja diferente, na educação existe um padrão a ser seguido.
A teoria Naturalista procura definir o conceito de humanidade e o conceito do que é o ser humano.
A teoria Histórico-Social estuda cada ser humano de um determinado e de diferentes maneiras, a partir dos contextos ao seu redor e do meio em que habita. Durante sua formação enquanto disciplina desenvolveu uma saber particular, construindo conceitos, discussões teóricas e metodologias particulares: alteridade, etnografia, etnologia entre outras.

EPISTEMOLOGIA
A epistemologia surgiu com Platão, onde ele se opunha à crença ou opinião ao conhecimento. A crença é um ponto de vista subjetivo e o conhecimento é crença verdadeira e justificada. A teoria de Platão diz que conhecimento é o conjunto de todas as informações que descrevem e explicam o mundo natural e social que nos rodeia.
A epistemologia provoca duas posições, uma empirista que diz que o conhecimento deve ser baseado na experiência, ou seja, no que for apreendido durante a vida, e a posição racionalista, que prega que a fonte do conhecimento se encontra na razão, e não na experiência.
Epistemologia significa ciência, conhecimento, é o estudo científico que trata dos problemas relacionados com a crença e o conhecimento, sua natureza e limitações. É uma palavra que vem do grego.É a teoria do conhecimento e também relaciona-se com a metafísica, a lógica e a filosofia da ciência.
É uma das principais áreas da filosofia, compreende a possibilidade do conhecimento, ou seja, se é possível o ser humano alcançar o conhecimento total e genuíno, e da origem do conhecimento, como o conhecimento é aprendido, se é aprendido e como se fazer para transmitir esses conhecimentos.
Na teoria do conhecimento existem algumas concepções. Dentro da teoria do conhecimento busca-se a resposta para a dúvida: De onde vêm nossas idéias?
O Inatismo acredita que nossas idéias já estão formadas desde os princípios de nossa existência, temos idéias já definidas que não se alteram. Empirismo acredita que as idéias vêm a partir de experiências de vida, vividas em todos os momentos  do seu dia-a-dia.
A epistemologia também pode ser vista como a filosofia da ciência. A epistemologia trata da natureza, da origem e validade do conhecimento, e estuda também o grau de certeza do conhecimento cientifico nas suas diferentes áreas, com o objetivo principal de estimar a sua importância para o espírito humano.
Existem outros conceitos de epistemologia como:
Epistemologia genética
A Epistemologia Genética consiste em uma teoria elaborada pelo psicólogo e filósofo Jean Piaget. A epistemologia genética é um resumo de duas teorias existentes, o apriorismo e o empirismo. Para Piaget, o conhecimento não é algo inato dentro de um indivíduo, como afirma o apriorismo. De igual forma o conhecimento não é exclusivamente alcançado através da observação do meio envolvente, como declara o empirismo. Segundo Piaget, o conhecimento é produzido graças a uma interação do indivíduo com o seu meio, de acordo com estruturas que fazem parte do próprio indivíduo.
  • Epistemologia jurídica
A epistemologia jurídica examina os fatores que condicionam a origem do direito, e tem como um dos seus objetivos tentar definir o seu objeto. A epistemologia jurídica é uma área que está ligada à reflexão, que leva a um entendimento das várias formas de compreender o conceito de Direito. A epistemologia jurídica aborda o ser humano como um ser único, onde cada um apresenta formas distintas de pensar e agir, e por esse motivo, o Direito pode ter várias interpretações.
  • Epistemologia convergente
A epistemologia convergente é uma construção teórica da autoria do psicopedagogo argentino Jorge Visca. Esta área da espistemologia tem este nome porque converge influências de três campos: a Psicogenética, Psicanálise e Psicologia Social. Este campo está intimamente ligado com a psicopedagogia e aborda várias vertentes do fenômeno da aprendizagem.

AXIOLOGIA
Axiologia (do grego άξιος "valor" + λόγος "estudo, tratado")  ,estuda os valores do ser humano na educação, valores nos sentidos estéticos, moral, ético, político, social e buscando nas bases da educação esses valores, para melhor entender e repassar a educação, uma teoria do valor geral, compreendido no sentido moral. Tal como se descreveu na Alemanha com Max Scheler ou John Rickert e a França por Ruyer ou R. Polin, a axiologia tenta estabelecer uma hierarquia de valores.
A definição da axiologia como "ciência dos valores" é descartada por sociólogos e filósofos, como Nildo Viana, sendo o termo considerado insustentável, já que tal ciência não existe concretamente e nem foi sistematizada intelectualmente. A definição mais comum de axiologia é que ela é um ramo da Filosofia que tem por objeto o estudo dos valores. Esta definição também é descartada por Viana, pois para este pensador, a ética já é o ramo da filosofia que se dedica ao estudo dos valores. Outra definição é fornecida por Nildo Viana, segundo a qual axiologia seria o padrão dominante de valores em determinada sociedade. Neste sentido, ele cria o termo antagônico de axionomia que expressa os valores autênticos dos seres humanos, ou seja, compatíveis com a natureza humana. Diversos sociólogos dedicaram-se ao estudo dos valores, mas geralmente não utilizaram o termo axiologia, a não ser no sentido de ser sinônimo de "valorativo".
A axiologia tem início só no século XIX. quando o termo, originário do âmbito econômico, foi estendido, sobretudo graças a Windelband, a outros âmbitos da vida humana. Os neokantinos do século XIX praticamente inventaram a reflexão axiológica, podemos destacar aqui os mais importantes: Lotze, Albrecht Ritschl, Windelband, John Rickert, Münsterberg, Meinong, Ehrenfelds, Scheler5 Nicolai Hartmann, Lavelle e René Le Senne.
Uma boa síntese das diferentes escolas de axiologia neokantiana encontra-se na obra Introdução à filosofia, de Windelband. Lotze introduziu o tema dos valores em seu livro Mikrokosmos, no qual defende a diferença entre "ser" e "valor", o "mundo dos valores" é distinto do "mundo dos entes". Ritschl introduziu na axiologia a distinção entre "juízos de valor" e"juízos de fato". A axiologia de Rickert era chamada de logicista ou de logicismo axiológico, porque para ele valor significaria "validade lógica", como isso ele pretendia dar objetividade à axiologia, retirando-a do subjetivismo.
Principais pensadores: Alexius Meinong, Adam Smith, Immanuel Kant, Rudolf Hermann Lotze, Franz Brentano, Max Scheler, Miguel Reale, Nicolai Hartmann, Christian von Ehrenfels, Ralph Barton Perry, Friedrich Nietzsche, Bertrand Russel, Karl Mannheim e Agnes Heller entre outros.



Mapa Conceitual




Amanda de Oliveira Bezerra                            RA: 1299339279
Graziele dos Santos Rodella Sena                   RA: 8206978729
Maria de Cássia Pereira dos Santos                RA: 7414625376
Simone Veloso Rodrigues                               RA: 8408134312
Thais Sakai Bergamini                                    RA: 8490255414